Lua Nova

Ontem fui ver este filme ao cinema do Vasco da Gama. Ganhei os bilhetes pela Zon Lusomundo para a antestreia. Fiquei mesmo contente quando soube que tinha ganho um bilhete duplo e esperava com anciã que eles cegassem a minha casa. Só chegaram na terça-feira. Já andava a desesperar com medo que eles não cá aparecem-se. Quando cheguei a casa e a minha mãe me diz: “Lúcia tens ali uma coisa para ti” e vejo em cima da mesa o desdobrável do bilhete até pulei de alegria.

Ontem a noite lá fomos, eram 9 e tal quando chegamos ao Vasco da Gama e andamos por lá a ver lojas para passar o tempo. Eram 11:00 quando decidimos vir cá acima ver como estavam as coisas. Já estava uma fila enorme e fomos directos para a fila. Deviam ser umas 11:30 quando as “portas” abriram. Todos a correrem assim que o bilhete era verificado a entrada. Lá arranjamos uns lugares jeitosos na sala e aguardamos. A sala estava cheiíssima. E eram duas salas. O delírio estava demais dentro daquela sala so se ouvia perguntas “será fixe?”, “ouvi dizer que tem mais acção”, “a bela tem uma sorte”, “será que ela beija o Jacob?”…estava tudo ansioso, em pulgas.

Eram 23:45 e as luzes apagam-se lá disse eu “ai vem uma carrada de anúncios que seca”, qual anúncios qual quê. Aparece o ecrã todo preto e depois uma lua amarela. Ao som de badaladas que fazia tremer o coração, aparecia “NEW MOON” e a Lua lentamente desaparecia.

Eu já “tremia” por todos os cantos. Confesso que o filme começa de uma forma estranha, quem leu o livro vai entender logo, mas quem não talvez tenha um pouco de dificuldade de entender a primeira parte logo. Não vos contarei mais. Tem de ver

Depois é um decorrer de aventura, mistério, anciã, e tristeza. Amei o filme do inicio ao fim, as personagens sofreram algumas modificações, mas estão no seu real esplendor. Principalmente o Edward…que está lindo do inicio ao fim. Só pensava quem me dera ter uma namorado assim, tão romântico quanto ele é.

O Jacob não se fica nada a trás, mas continuo a preferir o Edward.

Houve partes do filme que meteram aflição, principalmente a cena de ela sofrer aquilo tudo, tão real ao pé de nós. Só dava vontade de chorar. Sim que tem sou lamechas. Mas a maneira de ela encarar aquilo, os gritos a noite. Só me fazia lembrar algo que a minha mãe um dia me disse. “já te ouvi gritar quando estavas a dormir”: será que cai num fosso assim tão fundo? Julgo que sim, pois perder alguém que amamos dói muito e mata-nos por dentro, destruindo quem somos.

Por dias, meses, ou anos, pensamos que nada faz sentido, e viver é só para viver. Nada mais…nunca pensei ver retratado aquilo que senti daquela maneira no filme. Senti-me estranha. Senti-me na pele dela.

 

Mas o filme está lindo não o percam…

 

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