Quando o tempo passa

Olá manu.

Bem algum tempo sem te dizer nada, mas aqui estou. Tem andado complicado. As aulas já começaram e parece que a infinidade de trabalhos e coisas para entregar não acabam, estou até agora a gostar bastante, tenho disciplinas muito fixes e educativas.

O resto vai-se passado, é sexta a noite e é daquelas noites que só me apetece estar deitada de papo pó ar sem fazer nada, hoje ainda me posso dar a esse luxo, amanha já não porque tenho muita coisa para fazer.

As aulas ocupam-me o dia quase todo, as vezes parece que nem tempo temos para respirar fogo.

Tenho saudades tuas, as vezes olho para as nossas fotos, e dá-me vontade de chorar, dá-me vontade de recuperar isto tudo, sinto-me muitas vezes triste e parece que estes dias tem sido contínuos, quando não estou ocupada mentalmente, tudo me faz pensar em ti, no quanto falta me fazes tu. Sinto aqueles apertos que há muito não sentia. Há noite é pior, parece que a tua presença mantêm-se sempre em mim, mas mais afastada, não quero que te afastes mais, não quero deixar de te sentir, isso vai-me fazer doer o peito.

 

Quando recordo tudo aquilo que passamos juntos parece que guardo um belo tesouro, um presente maravilho. És dos presentes mais valioso que eu tenho na minha vida. A tua sabedoria, a tua vivacidade preenche-me cada segundo da minha vida para me fazer ver como tu eras. Em certos momentos, quando tenho aqueles “deja vu” parece que é pior, que te vejo perto de mim, e tenho medo de estar a ficar maluca.

 

Que mais te poderei dizer, o Gonçalo vai para a faculdade para a semana, é dos últimos a começar as aulas e está farto de estar em casa. loool eu queria era estar em casa, já viste a nossa vida. Tenho receio por um lado, eu sei que será o último ano dele, e sei que ele pensa um pouco, mas também sei que é ingénuo e muitas vezes as pessoas aproveitam-se dessa fraqueza dele. Tenho medo e pronto. Pressinto que vai ser um ano complicado, queria poder ter a cabeça no lugar e pensar um pouco com mais calma. Mas parece que desde que foste embora não consigo fazer tal coisa. Tu acalmavas-me fazias-me bem a saúde mental. E agora ninguém trata dela.

É como se fosse um jardim, cheio de ervas daninhas daquelas difíceis de tirar, aquelas chamadas, ciúmes, medos. Esses tu sabias tirar-me agora sozinha não sei e sinto-me invadida por isso.

Precisava de ti e pronto, foste injusto em me deixares assim de repente, de nos deixar todos nós, parece que falta algo, que no nosso grupinho já não existe nós, mas sim cada um.

Fazes mesmo muita falta

 

Saudade

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